Introdução
Um único exame não invasivo que identifica obstruções nas artérias do coração, caracteriza o tipo de placa aterosclerótica e estratifica o risco de infarto com precisão crescente — sem internação, sem cateter, sem sedação. A tomografia de coronárias transformou radicalmente o diagnóstico da doença arterial coronariana nas últimas décadas, e hoje ocupa posição central nas principais diretrizes mundiais. No Instituto Inject, em Marília-SP, o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo integra a tomografia de coronárias ao raciocínio clínico de cada paciente para que a investigação cardíaca seja precisa, individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post: Tomografia de Coronárias: Quando Pedir e o Que Detecta?
- O que é a tomografia de coronárias e como ela funciona
- Tomografia de coronárias e escore de cálcio: qual a diferença
- O que a tomografia de coronárias consegue detectar
- Quando o médico indica a tomografia de coronárias: as diretrizes mais recentes
- Tomografia de coronárias versus cateterismo: o que muda na decisão clínica
- O que esperar antes, durante e depois do exame
- Resultados da tomografia de coronárias: como interpretar o laudo
- Os grandes estudos que mudaram o papel da tomografia de coronárias na cardiologia
A tomografia de coronárias é um dos exames mais relevantes da cardiologia moderna — capaz de visualizar as artérias do coração de forma detalhada antes que um infarto aconteça. Se você já ouviu falar nesse exame ou recebeu uma indicação do seu cardiologista, este artigo vai ajudá-lo a entender exatamente o que ele investiga, em que situações ele é recomendado pelas diretrizes e o que seus resultados significam na prática.
1. O que é a tomografia de coronárias e como ela funciona
A tomografia de coronárias — denominada tecnicamente angiotomografia computadorizada das coronárias (CCTA, do inglês coronary computed tomography angiography) — é um exame de imagem não invasivo que utiliza raios X de alta resolução e um agente de contraste iodado injetado por via intravenosa para visualizar as artérias coronárias em detalhes tridimensionais e de forma dinâmica, sincronizada com os batimentos cardíacos.
Durante o exame, o paciente permanece deitado em uma mesa que se move lentamente pelo interior de um tomógrafo de múltiplos detectores. As imagens são adquiridas em frações de segundo, sincronizadas com o eletrocardiograma (ECG) para garantir que a captura ocorra durante a fase de menor movimento cardíaco — a chamada gatilho eletrocardiográfico. Para que as coronárias fiquem suficientemente imóveis durante a aquisição, é frequentemente necessário que a frequência cardíaca esteja próxima de 60 batimentos por minuto; por isso, em muitos casos, o médico prescreve um betabloqueador oral algumas horas antes do exame.
Segundo a Diretriz de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), publicada em 2024 nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, a angiotomografia de coronárias apresenta vantagens significativas em relação às gerações anteriores de equipamentos, com menor dose de radiação e menor volume de contraste, além de maior capacidade de avaliação funcional e morfológica das placas coronárias.
2. Tomografia de coronárias e escore de cálcio: qual a diferença
Dentro da família de exames tomográficos cardíacos, existem dois procedimentos distintos que frequentemente geram confusão: o escore de cálcio coronário e a angiotomografia de coronárias. Embora ambos utilizem o tomógrafo e avaliem as artérias coronárias, são tecnicamente diferentes e têm indicações clínicas complementares.
O escore de cálcio coronário é um exame sem contraste que detecta e quantifica a presença de depósitos de cálcio nas paredes das coronárias. O resultado é expresso em unidades Agatston — quanto maior o valor, maior a carga de aterosclerose calcificada e maior o risco cardiovascular individual. O escore de cálcio é especialmente útil na estratificação de risco em pacientes assintomáticos com risco cardiovascular intermediário, ajudando a decidir, por exemplo, se há indicação para iniciar estatina ou ácido acetilsalicílico. Segundo a Diretriz SBC/CBR 2024, o escore de cálcio é uma ferramenta de reestratificação do risco cardiovascular definido pelos escores clínicos tradicionais, com utilidade especial no suporte à decisão de terapia farmacológica preventiva.
A angiotomografia de coronárias, por sua vez, utiliza contraste e permite visualizar não apenas as calcificações, mas também as placas não calcificadas (também chamadas de moles ou lipídicas) e o grau de estreitamento (estenose) do interior das artérias. É, portanto, um exame com muito mais informação anatômica e funcional, indicado principalmente em pacientes sintomáticos ou em situações de maior complexidade diagnóstica. Ambos os exames estão disponíveis para avaliação na cardiologia de precisão praticada no Instituto Inject.
3. O que a tomografia de coronárias consegue detectar
A capacidade diagnóstica da tomografia de coronárias vai muito além da simples identificação de obstruções vasculares. O exame oferece um mapa detalhado da anatomia coronária e das características das placas ateroscleróticas, fornecendo informações com impacto direto no prognóstico e no manejo clínico.
Entre os achados que a tomografia de coronárias consegue identificar, destacam-se:
Estenoses obstrutivas: estreitamentos das coronárias que reduzem o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco. A tomografia de coronárias classifica o grau de estenose em percentuais (leve: menor que 30%; moderada: 30% a 70%; grave: acima de 70%) e identifica quais vasos estão comprometidos — ramo interventricular anterior (artéria descendente anterior), artéria circunflexa, coronária direita ou tronco de coronária esquerda.
Placas não obstrutivas de alto risco: a tomografia de coronárias consegue identificar características morfológicas das placas ateroscleróticas associadas a maior risco de ruptura e de infarto — as chamadas placas vulneráveis ou de alto risco, que incluem o sinal do anel de guardanapo (napkin-ring sign), baixa atenuação no interior da placa, remodelamento positivo e pontuação calcificada em aspecto nodular. Segundo a Diretriz SBC/CBR 2024, esses aspectos morfológicos têm relação importante com placa vulnerável e isquemia, mesmo em lesões não obstrutivas — um dado clinicamente decisivo para a intensificação do tratamento preventivo.
Anomalias congênitas das coronárias, avaliação da patência de pontes de safena e enxertos, avaliação de stents coronários (com limitações dependentes do diâmetro do stent), além de estruturas cardíacas adjacentes como a aorta ascendente, o pericárdio e a anatomia valvar.
4. Quando o médico indica a tomografia de coronárias: as diretrizes mais recentes
A indicação da tomografia de coronárias passou por uma expansão significativa nos últimos anos, à medida que as evidências científicas sobre sua acurácia diagnóstica e seu impacto em desfechos clínicos se acumularam. As principais diretrizes internacionais convergem em recomendações robustas.
A Diretriz da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) para o Manejo das Síndromes Coronarianas Crônicas de 2024 — a mais atualizada referência internacional sobre o tema — estabelece que, em pacientes com suspeita de síndrome coronariana crônica e probabilidade pré-teste baixa a moderada de doença arterial coronariana obstrutiva (entre 5% e 50%), a tomografia de coronárias é recomendada como modalidade preferencial para diagnosticar doença arterial coronariana obstrutiva e estimar o risco de eventos cardiovasculares maiores (MACE) — com recomendação de Classe I, Nível de Evidência A. Para afastar doença obstrutiva em pacientes com probabilidade pré-teste baixa a moderada, a tomografia de coronárias também é recomendada como modalidade de escolha (Classe I, Nível de Evidência B), segundo o documento.
Nos Estados Unidos, a Diretriz AHA/ACC para Avaliação e Diagnóstico de Dor Torácica de 2021 conferiu à tomografia de coronárias a recomendação Classe I, Nível de Evidência A — o mais alto nível possível — como primeiro exame de escolha na avaliação de pacientes com dor torácica estável de risco intermediário a alto sem doença coronariana conhecida. Segundo comunicado da Society of Cardiovascular Computed Tomography (SCCT), a tomografia de coronárias é a única modalidade não invasiva que recebeu endosso de Classe I com Nível A pela AHA/ACC para avaliação de dor torácica tanto estável quanto aguda.
No cenário brasileiro, a Diretriz de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Cardiovascular da SBC/CBR 2024 reforçou e expandiu as indicações da angiotomografia de coronárias, mantendo a indicação de Classe I, Nível de Evidência A na avaliação de pacientes com suspeita de síndrome coronariana aguda de risco baixo ou intermediário com ECG não diagnóstico e marcadores de necrose sem elevação característica, e ampliando o reconhecimento das indicações na doença coronariana estável.
5. Tomografia de coronárias versus cateterismo: o que muda na decisão clínica
Uma das dúvidas mais frequentes trazidas ao consultório é a diferença prática entre a tomografia de coronárias e o cateterismo cardíaco (coronariografia invasiva). Ambos os exames avaliam as artérias coronárias, mas têm naturezas, indicações e implicações clínicas distintas.
O cateterismo é um procedimento invasivo que exige punção arterial, introdução de cateteres até as coronárias e injeção direta de contraste. Além de ser diagnóstico, permite intervenções terapêuticas simultâneas — como a angioplastia com colocação de stent. É o padrão de referência para avaliação anatômica das coronárias e permanece indispensável quando há suspeita de doença coronariana de alto risco ou quando a intervenção percutânea é provável.
A tomografia de coronárias, por sua vez, é completamente não invasiva — não há punção arterial, não há cateter intracoronário, não há risco de complicações relacionadas ao procedimento. É indicada quando a probabilidade pré-teste de doença grave é baixa a moderada e o objetivo é confirmar ou afastar a presença de doença aterosclerótica e estratificar o risco. Um resultado negativo na tomografia de coronárias tem valor preditivo negativo superior a 95% para excluir doença arterial coronariana significativa — o que significa que um exame normal praticamente afasta o diagnóstico.
Segundo as Diretrizes ESC 2024 para Síndromes Coronarianas Crônicas, o cateterismo invasivo com avaliação funcional (FFR ou iFR) é recomendado para confirmar ou excluir o diagnóstico de doença arterial coronariana obstrutiva ou isquemia com coronárias não obstrutivas quando o diagnóstico permanece incerto após os exames não invasivos. A tomografia de coronárias funciona, portanto, como um filtro inteligente que seleciona com precisão os pacientes que realmente precisam avançar para o cateterismo — evitando procedimentos desnecessários e reduzindo custos e riscos.
6. O que esperar antes, durante e depois do exame
Conhecer a dinâmica do exame reduz a ansiedade e melhora a qualidade das imagens obtidas. A preparação para a tomografia de coronárias começa horas antes da chegada ao centro de diagnóstico.
Antes do exame: o paciente geralmente recebe orientação para não ingerir alimentos por pelo menos duas a quatro horas. Cafeína — presente em café, chás pretos, refrigerantes à base de cola e chocolate — deve ser evitada nas 24 horas anteriores, pois eleva a frequência cardíaca e prejudica a qualidade das imagens. O médico pode prescrever um betabloqueador oral (habitualmente metoprolol ou atenolol) para reduzir a frequência cardíaca a aproximadamente 60 batimentos por minuto. Pacientes com alergia prévia a contraste iodado devem informar a equipe para que medidas preventivas sejam tomadas. A função renal também é verificada antes da administração do contraste.
Durante o exame: o paciente se deita na mesa do tomógrafo, recebe o contraste por acesso venoso periférico e realiza apneias breves (de seis a dez segundos) durante a aquisição das imagens. O exame completo dura de 15 a 30 minutos, incluindo o preparo e a aquisição das imagens. Alguns pacientes recebem nitratos sublinguais imediatamente antes da aquisição para maximizar a vasodilatação coronária e melhorar a visualização das artérias.
Depois do exame: o contraste é eliminado pelos rins em poucas horas. Recomenda-se hidratação adequada nas horas seguintes. O laudo é elaborado por médico especialista em imagem cardiovascular e deve ser integrado à avaliação clínica pelo cardiologista.
7. Resultados da tomografia de coronárias: como interpretar o laudo
O laudo da tomografia de coronárias traz informações em diferentes dimensões que precisam ser interpretadas em conjunto pelo cardiologista, nunca de forma isolada.
Os principais parâmetros reportados incluem:
CAD-RADS (Coronary Artery Disease Reporting and Data System): sistema padronizado de classificação dos achados da tomografia de coronárias, que vai de CAD-RADS 0 (ausência de placa ou estenose) a CAD-RADS 5 (estenose não avaliável ou doença muito grave), com recomendações de conduta associadas a cada categoria. O CAD-RADS 0 ou 1 tem excelente valor preditivo negativo para eventos cardiovasculares em curto e médio prazo. O CAD-RADS 4A e 4B indicam estenoses graves e orientam a necessidade de avaliação invasiva.
Características das placas: calcificadas, não calcificadas ou mistas; presença de aspectos de alto risco (napkin-ring sign, baixa atenuação, remodelamento positivo).
Carga aterosclerótica global: o número de vasos acometidos, a extensão das placas e a presença de doença de tronco de coronária esquerda são fatores prognósticos independentes.
Segundo o artigo de revisão abrangente publicado no PMC (NCBI) intituladoComputed Tomography Evaluation of Coronary Atherosclerosis (2024), a tomografia de coronárias permite hoje não apenas a quantificação das estenoses, mas também a caracterização qualitativa das placas, a avaliação funcional por FFR-CT (reserva de fluxo fracionada calculada por tomografia) e técnicas de perfusão miocárdica — representando um avanço que vai muito além da simples anatomia coronária.
8. Os grandes estudos que mudaram o papel da tomografia de coronárias na cardiologia
Nenhuma tecnologia se consolida nas diretrizes sem evidências sólidas de estudos clínicos robustos. No caso da tomografia de coronárias, dois grandes ensaios clínicos randomizados foram determinantes para elevar o exame ao status atual de recomendação de máxima evidência.
O estudo SCOT-HEART (Scottish Computed Tomography of the Heart), que acompanhou 4.146 pacientes com dor torácica estável sugestiva de doença coronariana randomizados para tomografia de coronárias mais cuidado usual versus cuidado usual isolado, demonstrou, em sua publicação original no New England Journal of Medicine em 2018, que a utilização da tomografia de coronárias reduziu em 41% o risco de infarto fatal ou não fatal em cinco anos de seguimento. A análise publicada no The Lancet em janeiro de 2025, com dez anos de seguimento, confirmou que o benefício do manejo guiado pela tomografia de coronárias se manteve sustentado ao longo da década — associado a uma redução consistente na incidência de morte por doença coronariana ou infarto não fatal. Outro achado importante do SCOT-HEART foi que a tomografia de coronárias reclassificou o diagnóstico em quase um quarto dos pacientes que a realizaram, demonstrando seu impacto direto na conduta clínica.
O estudo PROMISE (Prospective Multicenter Imaging Study for Evaluation of Chest Pain), com mais de 10.000 pacientes, comparou a tomografia de coronárias com testes funcionais em pacientes ambulatoriais com dor torácica estável, demonstrando que o exame melhora a acurácia diagnóstica e reduz a necessidade de testes invasivos desnecessários. Esses dois estudos, em conjunto com a Diretriz SBC/CBR 2024 e as Diretrizes ESC 2024, consolidaram definitivamente o papel da tomografia de coronárias como exame de referência não invasivo para o diagnóstico da doença arterial coronariana.
Perguntas Frequentes
1. A tomografia de coronárias faz mal à saúde pela radiação? A dose de radiação da tomografia de coronárias moderna é comparável à de outros exames diagnósticos e significativamente menor do que nos equipamentos de gerações anteriores. O risco associado a uma dose isolada é considerado muito baixo pelas diretrizes. O benefício diagnóstico — especialmente na detecção precoce de doença aterosclerótica — supera largamente esse risco quando o exame é indicado corretamente.
2. Tomografia de coronárias com resultado normal significa que o coração está totalmente saudável? Um resultado CAD-RADS 0 — sem qualquer placa detectada — tem excelente valor preditivo negativo e praticamente exclui doença arterial coronariana significativa. Contudo, a ausência de doença coronariana anatômica não exclui outras causas cardíacas de sintomas, como disfunção diastólica, doença microvascular ou valvopatias, que requerem avaliação complementar.
3. Qual a diferença entre tomografia de coronárias e ecocardiograma? São exames complementares com finalidades distintas. O ecocardiograma avalia a estrutura e a função do músculo cardíaco, das válvulas e das câmaras. A tomografia de coronárias avalia especificamente as artérias coronárias — identificando placas e estenoses. Na prática clínica, frequentemente ambos são necessários para uma avaliação cardiológica completa.
4. Preciso parar algum medicamento antes da tomografia de coronárias? A maioria dos medicamentos cardiológicos é mantida. O cardiologista pode recomendar a suspensão de medicamentos que elevam a frequência cardíaca, como a cafeína, e eventualmente prescrever um betabloqueador para reduzir a frequência antes do exame. Nunca interrompa nenhum medicamento sem orientação médica específica.
5. Quem tem marcapasso ou stent pode fazer tomografia de coronárias? Marcapassos e desfibriladores implantáveis não impedem a realização da tomografia de coronárias, mas podem gerar artefatos de imagem. Stents coronários também podem ser avaliados, com melhor acurácia para stents de diâmetro superior a 3 mm. O médico avaliará individualmente se o exame é adequado e quais limitações interpretar.
Conclusão
Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Instituto Inject. Neste blog post abordamos: o que é a tomografia de coronárias e como ela funciona; a diferença entre a angiotomografia e o escore de cálcio coronário; o que o exame é capaz de detectar, incluindo placas de alto risco; quando as diretrizes recomendam a tomografia de coronárias; como ela se posiciona em relação ao cateterismo na decisão clínica; o que esperar antes, durante e depois do exame; como interpretar o laudo com o sistema CAD-RADS; e os grandes estudos — SCOT-HEART e PROMISE — que transformaram o papel desse exame na cardiologia moderna.
A tomografia de coronárias representa hoje um dos pilares do diagnóstico cardiovascular não invasivo de alta precisão. Quando indicada no momento certo, para o paciente certo, ela muda diagnósticos, orienta tratamentos e pode prevenir infartos. No Instituto Inject, esse exame faz parte de uma avaliação cardiológica integrada e individualizada — porque a prevenção que funciona começa pela informação correta.
sua Avaliação
Se você tem histórico familiar de infarto precoce, fatores de risco cardiovasculares como hipertensão, diabetes ou colesterol elevado, ou simplesmente quer saber o estado real das suas artérias coronárias, uma avaliação com o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo pode ser o passo mais importante para a sua saúde cardiovascular.
No Instituto Inject, em Marília-SP, realizamos consulta completa e orientamos a investigação cardiológica com precisão, integrando exames como a tomografia de coronárias ao contexto clínico de cada paciente. Entre em contato pelo WhatsApp (14) 99884-1112 e agende sua avaliação.
Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo CRM SP 195033 | RQE 70601-70602/1 Médico Cardiologista | PhD pela USP
Referências Bibliográficas
Magalhães TA, Carneiro ACC, Moreira VM, et al. Diretriz de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia e do Colégio Brasileiro de Radiologia – 2024. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2024. DOI: 10.36660/abc.20240608
Gulati M, Levy PD, Mukherjee D, et al. 2021 AHA/ACC/ASE/CHEST/SAEM/SCCT/SCMR Guideline for the Evaluation and Diagnosis of Chest Pain. Circulation. 2021;144(22):e368–e454. DOI: 10.1161/CIR.0000000000001029
Vrints C, Andreotti F, Koskinas KC, et al. 2024 ESC Guidelines for the Management of Chronic Coronary Syndromes. European Heart Journal. 2024;45(36):3415–3537. DOI: 10.1093/eurheartj/ehae177
SCOT-HEART Investigators; Newby DE, Adamson PD, Berry C, et al. Coronary CT Angiography and 5-Year Risk of Myocardial Infarction. New England Journal of Medicine. 2018;379(10):924–933. DOI: 10.1056/NEJMoa1805971
SCOT-HEART Investigators. Coronary CT Angiography-Guided Management of Patients with Stable Chest Pain: 10-Year Outcomes from the SCOT-HEART Randomised Controlled Trial. The Lancet. 2025;405(10475):329–337. DOI: 10.1016/S0140-6736(24)02679-5
Douglas PS, Hoffmann U, Patel MR, et al. Outcomes of Anatomical versus Functional Testing for Coronary Artery Disease (PROMISE). New England Journal of Medicine. 2015;372(14):1291–1300. DOI: 10.1056/NEJMoa1415516
Narula J, Chandrashekhar Y, Ahmadi A, et al. SCCT 2021 Expert Consensus Document on Coronary Computed Tomographic Angiography: A Report of the Society of Cardiovascular Computed Tomography. Journal of Cardiovascular Computed Tomography. 2022;16(3):192–217. DOI: 10.1016/j.jcct.2021.11.009