Introdução
A doença arterial coronariana é a principal causa de morte nas mulheres após a menopausa — e ainda assim esse fato surpreende a maioria delas. Segundo a Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa, publicada em 2024 pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em conjunto com FEBRASGO, SOBRAC e SIAC, as mulheres podem sofrer com os efeitos da menopausa durante pelo menos um terço de suas vidas, período em que apresentam maior risco e morbimortalidade cardiovasculares. No Instituto Inject, em Marília-SP, o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo conduz avaliações cardiovasculares de precisão que identificam esse risco com antecedência — porque proteger o coração da mulher começa muito antes do infarto.
Índice
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post: Menopausa e Coração: o que toda mulher precisa saber para proteger sua saúde cardiovascular
- Por que a menopausa aumenta o risco cardiovascular
- O papel protetor do estrogênio e o que acontece com sua queda
- Menopausa precoce: um fator de risco cardiovascular independente
- Fogachos e ondas de calor como sinais de alerta para o coração
- Alterações metabólicas no climatério: colesterol, pressão e gordura visceral
- Terapia Hormonal da Menopausa e saúde cardiovascular: a hipótese do timing
- Estratégias não hormonais de proteção cardiovascular na pós-menopausa
- Check-up cardiovascular na menopausa: quando fazer e o que avaliar
Se você está na faixa dos 45 aos 65 anos, ou já passou pela menopausa, este artigo foi escrito especialmente para você. A relação entre menopausa e coração é mais profunda do que parece — e entendê-la pode mudar o rumo da sua saúde. Continue lendo.
1. Por que a menopausa aumenta o risco cardiovascular
Durante décadas, a doença cardiovascular foi tratada como um problema predominantemente masculino. Essa visão equivocada custou — e ainda custa — vidas de mulheres. A realidade é que, após a menopausa, o perfil de risco cardíaco feminino se transforma de maneira significativa e progressiva, alcançando patamares semelhantes aos dos homens de mesma faixa etária em poucos anos.
A Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa (2024), publicada nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, documento elaborado conjuntamente pela SBC, FEBRASGO, SOBRAC e SIAC, aponta que a doença arterial coronariana é a principal causa de morte nas mulheres após a menopausa. O mesmo documento alerta para uma falha preocupante no sistema de saúde: cerca de 70% dos médicos recém-formados não têm conhecimento sobre conceitos específicos de doença cardiovascular nas mulheres, e apenas 42% dos cardiologistas estão preparados para estimar o risco cardiovascular delas.
Essa lacuna diagnóstica precisa ser superada. A menopausa não é apenas uma transição reprodutiva — é um marcador clínico de vulnerabilidade cardiovascular que exige atenção especializada, rastreamento ativo dos fatores de risco e, quando necessário, intervenção precoce. No Instituto Inject, essa avaliação é realizada de forma integrada, com tecnologia de precisão e o olhar clínico do Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo.
2. O papel protetor do estrogênio e o que acontece com sua queda
O estrogênio é muito mais do que um hormônio reprodutivo. Ele exerce efeito protetor direto sobre o sistema cardiovascular por meio de múltiplos mecanismos: favorece a dilatação dos vasos sanguíneos facilitando o fluxo sanguíneo, mantém o equilíbrio lipídico com supressão do LDL e elevação do HDL, reduz a inflamação vascular e preserva a integridade do endotélio — a camada interna das artérias que regula o tônus vascular e inibe a formação de trombos e placas ateroscleróticas.
Segundo a Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa de 2024, o estrogênio exerce efeito protetor sobre os vasos sanguíneos, favorecendo o equilíbrio lipídico e a função endotelial. Com sua diminuição, as mulheres tornam-se mais vulneráveis a processos inflamatórios, aumento da rigidez arterial e acúmulo de placas ateroscleróticas.
A revisão publicada na revista Endocrine Connections (2022), de autoria de Anagnostis et al., confirma que a perda da função ovariana predispõe as mulheres a um conjunto de fatores de risco cardiovascular — incluindo obesidade visceral, dislipidemia aterogênica, desregulação da homeostase glicêmica e hipertensão arterial — que, somados, configuram um terreno altamente favorável ao desenvolvimento de doença coronariana e acidente vascular cerebral.
A compreensão desse mecanismo é o alicerce de toda a avaliação cardiovascular feminina realizada no Instituto Inject. Identificar precocemente as consequências da queda estrogênica sobre o sistema vascular é o primeiro passo para proteger o coração da mulher com eficácia.
3. Menopausa precoce: um fator de risco cardiovascular independente
A menopausa precoce — definida como aquela que ocorre antes dos 45 anos — merece atenção redobrada no contexto da saúde cardiovascular feminina. Ela representa um fator de risco independente para eventos cardíacos, ou seja, eleva o perigo de infarto e AVC independentemente da presença de outros fatores como hipertensão, tabagismo ou diabetes.
A Diretriz Brasileira de 2024 ressalta que a menopausa precoce é um importante fator de risco cardiovascular, e que quanto mais precoce for sua instalação, maior será o risco absoluto para eventos coronarianos e cerebrovasculares ao longo da vida da mulher. A lógica é clara: quanto mais cedo o estrogênio deixa de exercer sua ação protetora sobre as artérias, maior o tempo de exposição ao ambiente vascular desfavorável da pós-menopausa.
O estudo publicado no JAMA, conduzido pelo Dr. Taulant Muka e pesquisadores da Erasmus University, avaliou a associação entre a idade de início da menopausa e desfechos cardiovasculares, demonstrando que mulheres com menopausa precoce apresentam maior incidência de doença cardíaca coronariana, AVC e mortalidade por todas as causas. Os autores do estudo recomendaram que mulheres que atingem a menopausa precocemente sejam rastreadas para condições como hipertensão, hiperlipidemia e diabetes o quanto antes.
No Instituto Inject, mulheres com menopausa precoce integram automaticamente o grupo de maior prioridade para avaliação cardiovascular completa com o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo. A investigação precoce abre uma janela crítica de prevenção que pode reduzir substancialmente o risco ao longo da vida.
4. Fogachos e ondas de calor como sinais de alerta para o coração
Os fogachos — as ondas de calor que acompanham a menopausa — são frequentemente tratados como mero desconforto. A ciência mais recente, entretanto, os reclassifica como potenciais sinais de alerta cardiovascular que merecem investigação clínica ativa.
Um estudo publicado no Journal of the American Heart Association, conduzido por pesquisadores da Suécia no âmbito do Swedish CardioPulmonary bioImage Study, avaliou 2.995 mulheres com idades entre 50 e 64 anos. Os resultados demonstraram que mulheres que reportaram fogachos mais graves e que perduraram após cinco anos da última menstruação tiveram maior associação com aterosclerose nos exames de imagem. E quanto mais intensos ou prolongados os fogachos, mais evidente o comprometimento da saúde vascular.
O mecanismo biológico por trás dessa associação envolve a disfunção endotelial. O endotélio é sensível ao estrogênio, e o dano e a disfunção endotelial têm papel importante como evento iniciador da aterosclerose. Os sintomas vasomotores da menopausa — ondas de calor e suores noturnos — são uma resposta do sistema nervoso autônomo à instabilidade do centro termorregulador central, cuja desregulação decorre diretamente da queda estrogênica.
Esses achados alertam para a necessidade de valorizar esses sintomas em cada consulta médica, considerando-os como fatores de risco cardiovascular a ser investigados e não apenas tratados sintomaticamente. Na prática do Instituto Inject, a presença de fogachos intensos e persistentes é incorporada à estratificação de risco cardiovascular da paciente em menopausa.
5. Alterações metabólicas no climatério: colesterol, pressão e gordura visceral
A menopausa desencadeia um conjunto de alterações metabólicas que, em sinergia, constroem um perfil de risco cardiovascular altamente desfavorável. Compreender cada uma delas é essencial para orientar as estratégias preventivas corretas.
No campo lipídico, a Diretriz Brasileira de 2024 documenta que durante o climatério há uma redução da função protetora do HDL colesterol e um aumento da lipoproteína(a), que contribui para o risco aterogênico. Após a menopausa, mulheres experimentam elevação dos níveis de LDL e queda do HDL — exatamente o oposto do que o estrogênio promovia enquanto em atividade fisiológica normal.
A hipertensão arterial também se torna significativamente mais comum após a menopausa. Cerca de 23% das mulheres já apresentam pressão arterial acima dos valores recomendados, e esse percentual se eleva progressivamente após o climatério. A rigidez arterial aumentada pelo processo inflamatório de baixo grau da pós-menopausa é um dos mecanismos envolvidos nessa elevação pressórica.
Com o aumento da adiposidade central promovido pelas alterações hormonais, a síndrome metabólica com resistência à insulina e alterações no metabolismo glicêmico é favorecida, predispondo ao desenvolvimento de diabetes mellitus. A Diretriz Brasileira de 2024 ressalta que após a menopausa, as mulheres estão mais predispostas ao desenvolvimento de diabetes em razão do aumento da gordura abdominal, da resistência insulínica, do sedentarismo e do ganho de peso.
O que agrava esse cenário é que apenas 7% das mulheres de meia-idade fazem atividade física recomendada e menos de 20% mantêm dieta saudável, como aponta o mesmo documento. No Instituto Inject, todas essas variáveis são avaliadas por meio de bioimpedância e scanner 3D corporal, exames que quantificam com precisão a gordura visceral, a massa muscular e o peso corporal segmentado.
6. Terapia Hormonal da Menopausa e saúde cardiovascular: a hipótese do timing
A relação entre a Terapia Hormonal da Menopausa (THM) e o risco cardiovascular é um dos temas mais estudados e debatidos da medicina contemporânea. Após décadas de controvérsia gerada pelos resultados do Women's Health Initiative (WHI) em 2002, a ciência evoluiu consideravelmente e hoje oferece uma visão mais matizada e clinicamente aplicável.
O artigo de Cho, Kaunitz, Faubion e colaboradores, publicado na revista Circulation em 2023 — periódico da American Heart Association —, propôs uma revisão abrangente da THM do ponto de vista cardiológico, sintetizando as recomendações de quatro grandes sociedades médicas. O documento reintroduziu e consolidou a chamada "hipótese do timing": a THM é segura em mulheres saudáveis com menos de 60 anos de idade e/ou dentro dos primeiros dez anos após a menopausa, período em que pode inclusive oferecer benefícios cardiovasculares.
A Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa de 2024 é igualmente clara: efeitos benéficos nos resultados de doença cardiovascular e na mortalidade por todas as causas ocorreram quando a THM foi iniciada antes dos 60 anos de idade ou nos dez anos que se seguiram à menopausa. A mesma diretriz alerta que iniciar THM após dez anos do início da menopausa ou após os 60 anos de idade pode elevar o risco absoluto de doença coronariana, tromboembolismo venoso e acidente vascular cerebral.
A SBC recomenda a favor da adoção de THM para as mulheres climatéricas sintomáticas sem contraindicações — com recomendação forte e alto nível de certeza. A decisão sobre início, dose, regime e duração deve ser tomada individualmente após discussão sobre benefícios e riscos com cada paciente. Não há indicação de THM com o objetivo de prevenção primária cardiovascular isoladamente.
Formulações e via de administração também importam. Formulações transdérmicas com estrogênio em baixas doses e progesterona micronizada apresentam perfil cardiovascular mais favorável em comparação aos esquemas orais com progestagênios sintéticos — dados confirmados por revisões publicadas em 2025 e amplamente incorporados à prática clínica atual.
7. Estratégias não hormonais de proteção cardiovascular na pós-menopausa
Nem toda mulher em menopausa é candidata à THM — e mesmo aquelas que utilizam a terapia hormonal precisam adotar medidas complementares de proteção cardiovascular. As estratégias não hormonais são pilares insubstituíveis e independentes do uso ou não da terapia hormonal.
A Diretriz Brasileira de 2024 da SBC aponta que o sedentarismo no climatério contribui para a piora do condicionamento físico e dificulta o controle de fatores de risco. Mulheres sedentárias apresentam maior incidência de fraturas, mortalidade por todas as causas e desfechos cardiovasculares negativos. A prescrição de atividade física regular, adaptada às condições clínicas individuais, é portanto uma intervenção de alto impacto.
O controle rigoroso do LDL com uso de estatinas nas mulheres que tiverem LDL fora do alvo é indicação direta da Diretriz de 2024. Antes de se pensar em THM, é fundamental estratificar o risco cardiovascular da paciente e estabelecer as metas terapêuticas — incluindo a prescrição de estatinas quando indicada.
Para mulheres com contraindicação à THM ou que a recusam, terapias não hormonais com eficácia comprovada no tratamento dos sintomas vasomotores estão disponíveis. Conforme a Diretriz Brasileira de 2024, antidepressivos, gabapentina e fezolinetante podem melhorar os sintomas vasomotores com segurança em pacientes com contraindicações à terapia hormonal.
O cuidado com a saúde emocional também é parte integrante do manejo cardiovascular na menopausa. O climatério afeta a saúde emocional: mulheres enfrentam maior risco de depressão, ansiedade e insônia, o que pode desencadear uma ativação crônica do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, resultando em inflamação sistêmica e piora do perfil metabólico — fator que acelera a aterosclerose e impacta negativamente a saúde cardiovascular.
8. Check-up cardiovascular na menopausa: quando fazer e o que avaliar
A menopausa representa uma janela crítica para a prevenção cardiovascular. Monitorar a saúde nessa fase da vida permite identificar e controlar fatores de risco antes que eles se convertam em eventos graves como infarto ou AVC. A Diretriz Brasileira de 2024 é explícita: monitorar a saúde na meia-idade representa uma janela crítica para atuar na prevenção de fatores de risco cardiovasculares.
A avaliação cardiovascular recomendada para mulheres em menopausa deve incluir, no mínimo: medição da pressão arterial, perfil lipídico completo com LDL, HDL, colesterol total e triglicerídeos, glicemia de jejum e hemoglobina glicada, avaliação do peso e da composição corporal com atenção especial à gordura visceral, eletrocardiograma de repouso e estratificação de risco cardiovascular por calculadoras validadas.
A calculadora PREVENT, lançada pela American Heart Association em 2024 e desenvolvida com base na análise de mais de seis milhões de indivíduos norte-americanos, permite estimar o risco cardiovascular em 30 anos — uma vantagem especialmente relevante para mulheres mais jovens em menopausa, cuja janela de exposição ao risco ainda é longa.
No Instituto Inject, o check-up cardiovascular para mulheres em menopausa integra ECG, ecocardiograma, Holter, MAPA, teste ergométrico, bioimpedância e scanner 3D corporal, além do perfil laboratorial completo — tudo realizado no mesmo local e consolidado em um laudo técnico individualizado pelo Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo. Essa abordagem integral garante que nenhum fator de risco passe despercebido durante a fase mais crítica para a saúde cardiovascular feminina.
FAQ — Perguntas Frequentes sobre Menopausa e Coração
1. A menopausa aumenta o risco de infarto? Sim. Segundo a Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa (2024), a doença arterial coronariana é a principal causa de morte em mulheres após a menopausa. A queda do estrogênio remove a proteção vascular natural do organismo feminino, acelerando processos inflamatórios, dislipidemia e aterosclerose. Identificar e controlar os fatores de risco precocemente é a melhor estratégia preventiva disponível.
2. A partir de que idade devo fazer um check-up cardiológico específico para a menopausa? A recomendação é iniciar o acompanhamento cardiovascular a partir dos 40 anos, antes mesmo do início do climatério. Após a menopausa, esse acompanhamento deve ser anual. Mulheres com menopausa precoce — antes dos 45 anos — devem iniciar a avaliação cardiológica imediatamente após o diagnóstico, independentemente da idade, pois esse grupo apresenta risco cardiovascular independente e aumentado.
3. A terapia hormonal da menopausa faz mal ao coração? Quando iniciada na "janela de oportunidade" — antes dos 60 anos de idade ou nos primeiros dez anos após a menopausa —, a THM não aumenta o risco cardiovascular e pode trazer benefícios em mulheres sintomáticas sem contraindicações. Iniciá-la fora dessa janela, em mulheres mais velhas ou com doença cardiovascular estabelecida, pode elevar o risco. A decisão deve ser individual e sempre tomada com um médico.
4. Os fogachos podem indicar problema no coração? Sim. Um estudo publicado no Journal of the American Heart Association, conduzido com 2.995 mulheres suecas do Swedish CardioPulmonary bioImage Study, demonstrou que fogachos graves e persistentes estão associados a maior presença de aterosclerose em exames de imagem. Quanto mais intensos e prolongados, mais evidente o comprometimento vascular. Fogachos severos devem ser relatados ao médico e investigados do ponto de vista cardiovascular.
5. O sedentarismo na menopausa realmente aumenta o risco cardíaco? De maneira muito significativa. A Diretriz Brasileira de 2024 demonstra que mulheres sedentárias na menopausa apresentam maior incidência de mortalidade por todas as causas e desfechos cardiovasculares negativos. Apenas 7% das mulheres de meia-idade fazem atividade física na quantidade recomendada. A prática regular de exercícios físicos, adaptada à condição clínica individual, é uma das intervenções preventivas de maior impacto disponíveis para essa população.
Conclusão
Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Instituto Inject. Neste blog post abordamos: por que a menopausa aumenta o risco cardiovascular; o papel protetor do estrogênio e as consequências de sua queda sobre os vasos sanguíneos; a menopausa precoce como fator de risco cardiovascular independente; os fogachos como sinais de alerta vascular que merecem investigação; as alterações metabólicas do climatério — dislipidemia, hipertensão e gordura visceral; a Terapia Hormonal da Menopausa e a hipótese do timing na proteção cardiovascular; as estratégias não hormonais de prevenção; e a importância do check-up cardiovascular completo durante essa fase da vida.
A conexão entre menopausa e coração é profunda, biologicamente embasada e clinicamente relevante. A boa notícia é que, com avaliação adequada e intervenção precoce, é totalmente possível atravessar essa fase com saúde cardiovascular protegida. O conhecimento existe. O que não pode faltar é a decisão de agir.
No Instituto Inject, cada mulher recebe o cuidado especializado que sua saúde cardiovascular merece — com ciência, precisão e acolhimento humano.
Agende Seu Check-up no Instituto Inject
Se você está na menopausa ou no climatério e ainda não realizou uma avaliação cardiovascular completa, este é o momento de agir. O Instituto Inject oferece check-up integral no mesmo local, com ECG, ecocardiograma, Holter, MAPA, teste ergométrico, bioimpedância, scanner 3D corporal e perfil laboratorial completo — com laudo técnico individualizado elaborado pessoalmente pelo Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo.
Agende via WhatsApp: (14) 99884-1112 Localização: Marília-SP
Cuide do seu coração com quem entende de cardiologia de alta precisão e prevenção cardiovascular baseada nas melhores evidências.
Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo CRM SP 195033 | RQE 70601-70602/1 Médico Cardiologista | PhD pela USP Instituto Inject — Marília, SP
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