Introdução
A doença cardiovascular mata mais mulheres do que qualquer outra causa no mundo — e ainda assim continua sendo subestimada, subdiagnosticada e subtratada nessa população. Um estudo publicado em fevereiro de 2026 no Journal of the American Heart Association, com dados de quase um milhão de hospitalizações, revelou que mulheres entre 18 e 54 anos têm maior probabilidade de morrer após um primeiro infarto do que homens da mesma faixa etária. O problema começa antes do hospital: os sintomas do infarto em mulheres são diferentes, frequentemente atípicos e historicamente ignorados — tanto pelas próprias pacientes quanto pelos serviços de saúde. No Instituto Inject, em Marília-SP, o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo avalia o risco cardiovascular feminino com a atenção especializada que essa realidade exige.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post: Infarto em Mulheres: Sintomas Diferentes e Frequentemente Ignorados
- Por que o coração feminino foi ignorado pela medicina por décadas
- Os sintomas do infarto em mulheres: o que é diferente e por quê
- MINOCA: o infarto sem obstrução que afeta desproporcionalmente mulheres
- Fatores de risco exclusivamente femininos: gravidez, menopausa e hormônios
- Por que mulheres chegam mais tarde ao hospital — e pagam um preço maior
- As disparidades no tratamento: menos exames, menos intervenções, piores desfechos
- Sinais de alerta que toda mulher precisa reconhecer
- Como o Instituto Inject avalia o risco cardiovascular feminino
Se você é mulher ou cuida de uma mulher, este artigo foi escrito para desfazer um dos equívocos mais perigosos da medicina moderna: a ideia de que o infarto é uma doença masculina. Entender o infarto em mulheres pode ser decisivo para salvar vidas.
1. Por que o coração feminino foi ignorado pela medicina por décadas
Durante a maior parte do século XX, a pesquisa cardiovascular foi construída sobre dados predominantemente masculinos. Os grandes ensaios clínicos que definiram o tratamento do infarto, os critérios diagnósticos das síndromes coronarianas agudas e os modelos de estratificação de risco foram desenvolvidos e validados em populações nas quais mulheres eram sistematicamente sub-representadas — ou simplesmente excluídas. O resultado prático dessa lacuna histórica foi uma medicina cardiovascular calibrada para o coração masculino, aplicada de forma indiscriminada às mulheres.
A American Heart Association reconheceu formalmente essa disparidade em um Presidential Advisory publicado no periódico Circulation, intitulado "Call to Action for Cardiovascular Disease in Women", chamando explicitamente atenção para os equívocos históricos na caracterização dos sintomas femininos. O documento questionou a terminologia de "sintomas atípicos" aplicada às mulheres — ressaltando que essa denominação carrega um viés implícito: mulheres não apresentam sintomas "errados", mas sim sintomas diferentes daqueles descritos a partir de amostras predominantemente masculinas. Rotular os sintomas femininos como "atípicos" é, em última análise, uma consequência direta de décadas de pesquisa que excluiu mulheres como sujeitos principais de estudo.
A consequência clínica dessa exclusão histórica é concreta e mensurável: mulheres são menos diagnosticadas, menos encaminhadas para exames de imagem coronariana, menos submetidas a intervenções percutâneas e menos tratadas com as terapias recomendadas pelas diretrizes — mesmo quando se apresentam com indicadores clínicos comparáveis aos dos homens. Corrigir esse padrão exige, primeiro, reconhecê-lo.
2. Os sintomas do infarto em mulheres: o que é diferente e por quê
O infarto agudo do miocárdio em sua apresentação "clássica" — dor intensa, constritiva, irradiando para o braço esquerdo, com sudorese fria e dispneia — corresponde predominantemente ao padrão de apresentação descrito em homens. Em mulheres, esse quadro também pode ocorrer, mas com frequência menor e menor intensidade percebida. O que predomina no infarto em mulheres é um espectro mais amplo de sintomas, muitos dos quais são facilmente atribuídos a outras causas.
Uma revisão sistemática publicada no periódico Cureus (2023), que analisou 74 estudos sobre diferenças de sexo na apresentação do infarto, confirmou: embora a dor torácica seja o sintoma mais frequente em ambos os sexos, mulheres apresentam com maior frequência sintomas como náuseas, vômitos, dispneia, fadiga intensa, fraqueza generalizada, indigestão, dor nas costas, dor no pescoço e mandíbula. Além disso, mulheres têm mais sintomas prodrômicos nos dias que antecedem o infarto — especialmente fadiga inexplicável e perturbação do sono — que raramente são reconhecidos como sinais de alerta cardíaco.
O Statement Científico da American Heart Association sobre infarto agudo do miocárdio em mulheres, publicado no periódico Circulation, consolida esse entendimento: mulheres frequentemente apresentam dor torácica atípica e sintomas equivalentes à angina — como dispneia, fraqueza, fadiga e indigestão — que divergem da apresentação masculina clássica. Essa diferença tem consequências diretas para o reconhecimento oportuno da isquemia, o triagem adequada e a condução diagnóstica e terapêutica. Um sintoma que uma mulher descreve como "cansaço diferente" ou "queimação no estômago" pode ser, na verdade, a expressão de um infarto em curso.
3. MINOCA: o infarto sem obstrução que afeta desproporcionalmente mulheres
Uma das realidades mais importantes e menos conhecidas sobre o infarto em mulheres é a existência de uma categoria clínica específica na qual o evento ocorre sem obstrução significativa das artérias coronárias epicárdicas: o MINOCA, sigla em inglês para Myocardial Infarction with Non-Obstructive Coronary Arteries — infarto do miocárdio com artérias coronárias não obstrutivas.
Uma revisão publicada no periódico Frontiers in Cardiovascular Medicine (2022) estabeleceu que o MINOCA é responsável por até 15% de todos os infartos agudos do miocárdio e afeta desproporcionalmente mulheres. Ao contrário do infarto por obstrução aterosclerótica clássica — em que homens predominam —, no MINOCA as mulheres constituem mais da metade dos casos. A revisão publicada no periódico Diagnostics (2025) confirmou esse padrão, ressaltando que mulheres compreendem a maioria dos pacientes com MINOCA em contraste direto com o infarto obstrutivo, e que as diferenças sexuais em fisiopatologia, apresentação e desfechos clínicos merecem atenção específica.
Os mecanismos subjacentes ao MINOCA incluem ruptura de placa aterosclerótica não obstrutiva, vasoespasmo coronariano, disfunção microvascular coronariana, dissecção espontânea de artéria coronária (SCAD) e tromboembolismo. Apesar de frequentemente erroneamente considerado "benigno" — porque a angiografia "parece normal" —, o MINOCA carrega mortalidade anual de aproximadamente 2% e taxa de eventos adversos maiores de 9,6% em 12 meses. O diagnóstico exige abordagem multimodal que inclui imagem intracoronariana e ressonância magnética cardíaca — ferramentas que devem ser acionadas diante de qualquer mulher com síndrome coronariana aguda e coronárias aparentemente normais ao cateterismo.
4. Fatores de risco exclusivamente femininos: gravidez, menopausa e hormônios
Uma das contribuições mais importantes das últimas décadas à cardiologia preventiva foi o reconhecimento de que mulheres têm fatores de risco cardiovascular exclusivos, relacionados à sua biologia reprodutiva — e que esses fatores raramente são investigados na avaliação cardiológica de rotina.
O Scientific Statement da American Heart Association sobre Desfechos Adversos na Gravidez e Risco de Doença Cardiovascular, publicado no periódico Circulation, estabeleceu que complicações como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, hipertensão gestacional e parto prematuro são marcadores de risco cardiovascular de longo prazo. Um estudo publicado no JACC (2022) quantificou esse risco: mulheres com transtornos hipertensivos da gravidez em sua primeira gestação tiveram taxa 63% maior de doenças cardiovasculares em comparação com gestantes normotensas. O risco foi ainda mais elevado para pré-eclâmpsia especificamente, com aumento de 72% no risco cardiovascular futuro.
A menopausa representa outro ponto de inflexão fundamental. A queda dos níveis de estrogênio acelera a progressão da aterosclerose, eleva o LDL-colesterol e a pressão arterial, e redistribui a gordura corporal para o compartimento visceral — o padrão de maior risco cardiovascular. A Diretriz Brasileira sobre Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa, publicada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em 2024, reconhece explicitamente essa janela de transição como momento crítico de risco cardiovascular acelerado. A Diretriz de Prevenção Primária do ACC/AHA (2019) recomenda que a história obstétrica completa — incluindo complicações gestacionais — seja investigada em toda avaliação cardiológica feminina, sendo utilizada como fator de risco modificador para orientar decisões preventivas.
5. Por que mulheres chegam mais tarde ao hospital — e pagam um preço maior
No infarto agudo do miocárdio, o tempo entre o início dos sintomas e a desobstrução da artéria é o determinante mais crítico do desfecho — e cada minuto de atraso representa mais músculo cardíaco perdido de forma irreversível. Nesse contexto, o atraso sistemático com que mulheres chegam ao atendimento de emergência após o início dos sintomas representa um problema de saúde pública com consequências letais documentadas.
O Statement Científico da AHA sobre infarto em mulheres, publicado no Circulation, registrou que o tempo de atraso pré-hospitalar em mulheres — medido desde o início dos sintomas até a chegada ao hospital — tem variado de 1,4 a 53,7 horas em diferentes estudos, com a maioria dos estudos indicando atraso mediano entre 2 e 5 horas, superando amplamente as recomendações da AHA. Esse atraso é alimentado por múltiplos fatores: desconhecimento de que os sintomas que estão sentindo podem ser cardíacos, tendência a atribuir os sintomas a causas menos graves como estresse ou indigestão, preocupação com não "alarmar a família desnecessariamente", e a percepção cultural de que "infarto é coisa de homem".
Um estudo publicado no JACC: Advances (2024), analisando dados da União Europeia, revelou um dado paradoxal e perturbador: embora mulheres tenham menor prevalência de doença isquêmica cardíaca, aquelas que desenvolvem a doença têm risco de morte maior do que os homens. O índice de mortalidade ajustado pela prevalência foi consistentemente mais alto em mulheres do que em homens ao longo de todo o período estudado (2005-2019). O atraso no diagnóstico e no tratamento é um dos fatores centrais que explicam essa disparidade.
6. As disparidades no tratamento: menos exames, menos intervenções, piores desfechos
O problema das mulheres com infarto não termina no diagnóstico tardio. Estudos consistentes demonstram que, mesmo após a chegada ao hospital, mulheres recebem tratamento menos agressivo do que homens com quadros clínicos comparáveis — e pagam esse preço com piores desfechos.
Uma revisão publicada no periódico Cureus/PMC (2025), que analisou disparidades de gênero no manejo da doença isquêmica cardíaca, documentou que mulheres recebem com menor frequência exames de imagem diagnóstica, intervenção coronariana percutânea (cateterismo com angioplastia) e terapia com estatinas — mesmo quando apresentam indicadores clínicos comparáveis aos dos homens. As mulheres com STEMI também apresentam maiores taxas de complicações hemorrágicas e maior mortalidade em 30 dias. A participação de mulheres em programas de reabilitação cardíaca após o infarto é significativamente menor, comprometendo a recuperação funcional e o prognóstico de longo prazo.
O estudo mais recente e alarmante a documentar essa disparidade foi publicado em fevereiro de 2026 no Journal of the American Heart Association. Com base em análise de quase um milhão de hospitalizações entre 2011 e 2022, o estudo demonstrou que mulheres entre 18 e 54 anos apresentaram maior taxa de mortalidade hospitalar por infarto do que homens da mesma faixa etária — 3,1% versus 2,6% para STEMI e cerca de 1% versus menos de 1% para NSTEMI. A mortalidade por infarto em adultos jovens aumentou no período, e as mulheres carregam o maior peso desse aumento. Fatores não tradicionais — como baixa renda, doença renal e uso de drogas não tabágicas — foram os mais associados à mortalidade nesse grupo, evidenciando que o problema é multidimensional e que o modelo de avaliação de risco atual subestima sistematicamente as mulheres.
7. Sinais de alerta que toda mulher precisa reconhecer
O reconhecimento precoce dos sintomas do infarto em mulheres pode ser a diferença entre sobreviver e não sobreviver. A principal barreira não é a ausência de sintomas — é a incapacidade de reconhecê-los como potencialmente cardíacos, especialmente quando não correspondem ao padrão "clássico" amplamente divulgado.
A revisão publicada no Cureus (2023) sintetizou os sinais que mulheres devem conhecer e que merecem atenção imediata: dor ou pressão no peito (que pode ser leve ou ausente), dispneia desproporcional ao esforço ou em repouso, fadiga incomum e intensa de início súbito, náuseas ou vômitos sem causa aparente, dor nas costas, pescoço, mandíbula ou ombros, suor frio, tontura ou sensação de desmaio iminente, e palpitações. Qualquer combinação desses sintomas em uma mulher com fatores de risco cardiovascular deve ser tratada como emergência até que se prove o contrário.
Um ponto crítico: mulheres tendem a apresentar mais sintomas prodrômicos nos dias ou semanas antes do infarto — especialmente fadiga extrema não explicada por esforço, sono perturbado e ansiedade incomum. Esses sinais precoces raramente são reconhecidos como precursores cardíacos, mas podem representar uma janela de oportunidade para buscar avaliação médica antes do evento agudo. A mensagem que o Instituto Inject reforça é que nenhum sintoma cardíaco suspeito em uma mulher deve ser descartado como "estresse" ou "coisa de cabeça" sem uma avaliação objetiva.
8. Como o Instituto Inject avalia o risco cardiovascular feminino
A avaliação do risco cardiovascular em mulheres exige uma abordagem que vá além dos fatores de risco tradicionais e incorpore as dimensões específicas da saúde feminina. A Diretriz de Prevenção Primária do ACC/AHA (2019) é explícita nesse sentido: em mulheres, investigar a história obstétrica completa, identificar complicações gestacionais como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional, e reconhecer a menopausa como modificador de risco são componentes obrigatórios da avaliação cardiológica preventiva.
No Instituto Inject, a consulta de avaliação cardiovascular feminina conduzida pelo Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo inclui mapeamento detalhado do histórico gestacional e hormonal, investigação de sintomas que podem corresponder a equivalentes anginosos, e seleção personalizada de exames de acordo com o perfil de risco individual. O protocolo de exames disponíveis no Instituto — ECG, Ecocardiograma, Holter de 24 horas, MAPA, Teste Ergométrico e Bioimpedância — permite identificar alterações funcionais e estruturais do coração antes do surgimento de sintomas clínicos evidentes.
Uma revisão sobre disparidades de gênero no atendimento à doença isquêmica, publicada na Cardiovascular Research (2022), ressaltou que a Diretriz de Prevenção Primária da AHA de 2019 recomenda a investigação rotineira de complicações gestacionais como parte da avaliação de risco cardiovascular feminino — uma recomendação que ainda é subutilizada na prática clínica cotidiana. Reconhecer e corrigir essa lacuna é parte do compromisso do Instituto Inject com a medicina cardiovascular de alta precisão e com a saúde de cada paciente que atravessa suas portas.
FAQ
1. O infarto em mulheres é diferente do infarto em homens? Sim, em vários aspectos. As mulheres apresentam com maior frequência sintomas atípicos como fadiga intensa, náuseas, dor nas costas e dispneia — em vez da dor torácica clássica predominante nos homens. Além disso, mulheres têm maior prevalência de mecanismos não obstrutivos de infarto, como vasoespasmo coronariano, disfunção microvascular e dissecção espontânea de artéria coronária, que podem não ser identificados pela angiografia convencional.
2. Mulher jovem pode ter infarto? Sim. Estudos recentes demonstram crescimento nos casos de infarto em mulheres jovens, e um estudo publicado no Journal of the American Heart Association em 2026 mostrou que mulheres entre 18 e 54 anos têm maior mortalidade hospitalar por infarto do que homens da mesma faixa etária. Fatores como pré-eclâmpsia prévia, uso de anticoncepcionais em mulheres fumantes, doenças autoimunes e estresse crônico elevado são riscos específicos nessa faixa etária.
3. Pré-eclâmpsia na gravidez aumenta o risco de infarto? Sim, de forma significativa. Um estudo publicado no JACC (2022) demonstrou que mulheres com pré-eclâmpsia na primeira gestação apresentam risco cardiovascular futuro 72% maior do que mulheres com gestação normotensa. A pré-eclâmpsia é hoje reconhecida pela AHA como marcador de risco cardiovascular de longo prazo e deve ser investigada na avaliação cardiológica preventiva de toda mulher.
4. A menopausa aumenta o risco de infarto? Sim. A queda dos níveis de estrogênio após a menopausa acelera a progressão da aterosclerose, eleva o LDL-colesterol e a pressão arterial, e modifica o padrão de distribuição de gordura corporal para o perfil de maior risco cardiovascular. A Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa (2024) reconhece explicitamente esse período como de risco cardiovascular acelerado, exigindo avaliação e acompanhamento cardiológico mais próximos.
5. Por que mulheres morrem mais de infarto do que homens? A maior mortalidade cardiovascular feminina resulta de uma combinação de fatores: diagnóstico mais tardio (por sintomas menos reconhecidos), maior tempo entre o início dos sintomas e a chegada ao hospital, menor taxa de uso de intervenções e terapias recomendadas pelas diretrizes, maior prevalência de mecanismos não obstrutivos de infarto (que exigem protocolos diagnósticos específicos) e sub-representação histórica de mulheres nos ensaios clínicos que definiram os tratamentos atuais. A solução passa pelo reconhecimento dessas disparidades e pela adoção de protocolos específicos para o risco cardiovascular feminino.
Conclusão
Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Instituto Inject. Neste blog post abordamos: (1) por que o coração feminino foi historicamente ignorado pela medicina; (2) as diferenças nos sintomas do infarto entre mulheres e homens; (3) o MINOCA como forma específica de infarto que afeta desproporcionalmente mulheres; (4) os fatores de risco exclusivamente femininos, incluindo complicações gestacionais e menopausa; (5) por que mulheres chegam mais tarde ao hospital e o preço que pagam por isso; (6) as disparidades documentadas no tratamento e nos desfechos; (7) os sinais de alerta que toda mulher precisa reconhecer; e (8) como o Instituto Inject estrutura a avaliação do risco cardiovascular feminino.
O infarto em mulheres é real, crescente e subdiagnosticado. Conhecer os sintomas e buscar avaliação preventiva são os primeiros e mais importantes passos para mudar esse cenário.
Se você é mulher e ainda não fez uma avaliação cardiovascular completa — ou se tem histórico de complicações na gravidez, menopausa recente ou sintomas que nunca foram investigados adequadamente — o Instituto Inject tem o protocolo de avaliação que você merece.
O Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo realiza avaliação cardiovascular feminina completa, com ECG, Ecocardiograma, Holter, MAPA, Teste Ergométrico, Bioimpedância e laudo técnico individualizado, tudo no mesmo local, em Marília-SP.
Entre em contato pelo WhatsApp (14) 99884-1112 e agende sua consulta. Cuide do seu coração com quem entende das diferenças que fazem toda a diferença.
Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo CRM SP 195033 | RQE 70601-70602/1 Médico Cardiologista | PhD pela USP
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