Introdução
O hipogonadismo masculino está presente em 8% dos homens entre 40 e 49 anos, chegando a 27% na faixa dos 70 a 79 anos — e ainda assim permanece amplamente subdiagnosticado. O aumento da gordura abdominal e a resistência à insulina decorrentes da deficiência de testosterona elevam o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus e doenças cardiovasculares, tornando o tema central na medicina preventiva moderna. No Instituto Inject, em Marília-SP, o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo conduz avaliações cardiológicas e metabólicas de precisão que permitem identificar essa condição antes que ela comprometa silenciosamente a saúde do paciente — com rigor científico, sem alarmes desnecessários.
Índice
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post: Hipogonadismo Masculino: o que é, como identificar e quando tratar com segurança cardiovascular
- O que é hipogonadismo masculino e por que ele importa
- Causas e classificação: primário, secundário e funcional
- Sinais e sintomas que não devem ser ignorados
- Como é feito o diagnóstico correto segundo as diretrizes brasileiras e internacionais
- Hipogonadismo masculino e risco cardiovascular: o que a ciência realmente diz
- Terapia de reposição de testosterona: indicações, segurança e o estudo TRAVERSE
- Contraindicações e monitoramento clínico durante o tratamento
- O papel do check-up cardiológico integrado na avaliação do paciente hipogonádico
Se você tem mais de 35 anos e percebe queda de energia, redução do desejo sexual, ganho de gordura abdominal ou dificuldade de concentração, este conteúdo sobre hipogonadismo masculino foi escrito para você. Leia com atenção — as respostas que você procura estão aqui, baseadas nas melhores evidências científicas disponíveis.
1. O que é hipogonadismo masculino e por que ele importa
O hipogonadismo masculino é definido como uma síndrome clínica caracterizada pela incapacidade do organismo de produzir testosterona em concentrações fisiológicas adequadas, podendo afetar também a produção de espermatozoides. Trata-se de uma condição médica real, com repercussões sistêmicas que vão muito além da esfera sexual.
Segundo o Posicionamento Conjunto da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e da Associação Brasileira para o Estudo da Medicina Sexual e Saúde (ABEMSS), publicado em 2026, o hipogonadismo masculino é definido como uma síndrome clínica caracterizada por sinais e sintomas compatíveis associados à comprovação laboratorial inequívoca de deficiência de testosterona.
A queda na produção de testosterona ocorre em geral em torno de 12% a cada década de vida, a partir dos 40 a 50 anos, o que significa que um número crescente de homens economicamente ativos, profissionalmente produtivos e ainda em plena vida familiar é afetado pela condição. No Instituto Inject, essa realidade é avaliada de forma integrada, considerando não apenas os níveis hormonais, mas todo o contexto clínico, metabólico e cardiovascular do paciente.
O hipogonadismo masculino não é uma questão de "envelhecimento normal". É uma condição que requer avaliação médica especializada, diagnóstico preciso e, quando indicado, tratamento baseado em evidências. Ignorá-lo pode significar exposição prolongada a fatores de risco cardiovascular e metabólico de alta relevância clínica.
2. Causas e classificação: primário, secundário e funcional
O hipogonadismo masculino pode ter origem em diferentes níveis do eixo hormonal e, por isso, é classificado em três grandes grupos, cada um com implicações diagnósticas e terapêuticas distintas.
O hipogonadismo primário (hipergonadotrófico) resulta de uma falha direta nos testículos, com níveis elevados de LH e FSH como resposta compensatória da hipófise. Entre suas causas estão a Síndrome de Klinefelter — que pode acometer até 1 a cada 500 homens —, orquiectomias prévias, traumas testiculares e radioterapia local.
O hipogonadismo secundário (hipogonadotrófico) decorre de disfunções no eixo hipotálamo-hipofisário. Dentre as causas secundárias, destacam-se macroadenomas hipofisários, hiperprolactinemia, hemocromatose, uso de glicocorticoides, opioides, radioterapia do sistema nervoso central, doenças sistêmicas graves e apneia do sono grave.
Há ainda o chamado hipogonadismo funcional, fortemente associado a condições reversíveis como obesidade, síndrome metabólica, diabetes mellitus tipo 2 e inflamação crônica de baixo grau. Evidências atuais demonstram hipogonadismo masculino em cerca de 25 a 40% dos homens com diabetes mellitus tipo 2, chegando a 50% quando a obesidade é associada. Neste grupo, a identificação e o tratamento das condições subjacentes podem, por si só, normalizar os níveis hormonais — sem necessidade de reposição exógena.
3. Sinais e sintomas que não devem ser ignorados
O quadro clínico do hipogonadismo masculino é amplo e frequentemente subestimado, seja pelo próprio paciente, que atribui os sintomas ao estresse ou ao envelhecimento natural, seja por profissionais de saúde que não realizam a investigação hormonal de forma sistematizada.
As principais queixas do hipogonadismo masculino se caracterizam pela diminuição do desejo sexual, irritabilidade, aumento da gordura abdominal, diminuição da ereção matinal, diminuição da massa e força musculares, reduzindo a disposição para a realização de atividade física.
Outros sintomas relevantes incluem: depressão ou alterações do humor, fadiga persistente sem causa aparente, dificuldade de concentração e perda de memória, osteopenia ou osteoporose, anemia e redução da pilificação corporal. Em homens mais jovens, a infertilidade pode ser a queixa inicial que leva ao diagnóstico de hipogonadismo masculino.
O hipogonadismo masculino, em homens de meia-idade, parece estar associado a sintomas depressivos, diminuição do tecido muscular, aumento de tecido fibroso muscular, aumento do tecido adiposo total com redistribuição de gordura visceral, osteopenia e osteoporose.
É fundamental reconhecer que nenhum desses sintomas isolado é diagnóstico. A avaliação do hipogonadismo masculino exige a integração rigorosa de dados clínicos e laboratoriais, sob a orientação de um médico especializado.
4. Como é feito o diagnóstico correto segundo as diretrizes brasileiras e internacionais
O diagnóstico do hipogonadismo masculino é, por definição, clínico-laboratorial. Nenhuma das duas dimensões, isoladamente, é suficiente para indicar o tratamento. O documento da SBEM, SBU e ABEMSS reforça que não se recomenda rastreamento populacional indiscriminado, devendo a investigação ser direcionada a homens com manifestações sugestivas. Porém, todos os homens devem ser questionados em consulta sobre sinais e sintomas de deficiência de testosterona.
A confirmação laboratorial baseia-se na dosagem de testosterona total (TT) em amostras colhidas pela manhã, entre 7h e 10h, em jejum, devido à variação circadiana do hormônio. Valores reduzidos devem ser confirmados por uma segunda dosagem em condições semelhantes, idealmente com intervalo de cerca de quatro semanas.
Nos casos limítrofes ou em situações que reduzem a SHBG — como obesidade, diabetes e hipotireoidismo — ou a elevam — como envelhecimento, infecção pelo HIV e hepatopatias —, recomenda-se a dosagem de SHBG e albumina para cálculo da testosterona livre, preferencialmente pela equação de Vermeulen. Considera-se como ponto de corte para testosterona livre calculada o valor de 6,5 ng/dL.
No Instituto Inject, o diagnóstico do hipogonadismo masculino é integrado a uma avaliação cardiovascular e metabólica completa, incluindo ECG, ecocardiograma, Holter, MAPA, teste ergométrico, bioimpedância e scanner 3D corporal — ferramentas que permitem mapear com precisão o impacto sistêmico da deficiência hormonal antes de qualquer decisão terapêutica.
5. Hipogonadismo masculino e risco cardiovascular: o que a ciência realmente diz
A relação entre hipogonadismo masculino e saúde cardiovascular é um dos temas mais estudados e debatidos na medicina moderna. Durante décadas, prevaleceu o equívoco de que a testosterona seria um fator de risco para doenças do coração. As evidências acumuladas nas últimas décadas apontam justamente na direção oposta.
A ação direta dos níveis de testosterona sobre desfechos cardiovasculares tem sido demonstrada em diversos estudos, que tentam determinar a atuação do hipogonadismo masculino no risco cardiovascular independentemente da idade, obesidade, hiperlipidemia e estilo de vida em homens com ou sem diabetes mellitus tipo 2.
Estudos demonstram que a deficiência androgênica em homens com doença arterial coronariana está associada ao aumento da mortalidade por todas as causas e mortalidade vascular. Adicionalmente, baixos níveis de testosterona estão significativamente associados à morte cardiovascular em pacientes com disfunção erétil.
A Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, edição 2025, documenta que o hipogonadismo masculino tem sido associado com impactos negativos em inúmeros fatores de risco cardiovasculares, como diabetes mellitus tipo 2, resistência à insulina e obesidade visceral. Esse dado é central para a prática do Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo no Instituto Inject, onde a avaliação do hipogonadismo masculino é parte integrante da estratificação de risco cardiovascular em homens acima dos 35 anos.
6. Terapia de reposição de testosterona: indicações, segurança e o estudo TRAVERSE
A terapia de reposição de testosterona (TRT) é a principal intervenção farmacológica no hipogonadismo masculino confirmado. Sua indicação, entretanto, deve ser criteriosa, individualizada e baseada em evidências robustas — e o maior ensaio clínico já realizado sobre o tema, o estudo TRAVERSE, publicado no New England Journal of Medicine em 2023, trouxe dados decisivos para a prática clínica.
O estudo TRAVERSE foi conduzido como um ensaio de fase 4, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, de não inferioridade, envolvendo 5.246 homens entre 45 e 80 anos com doença cardiovascular preexistente ou alto risco cardiovascular, que apresentavam dois níveis de testosterona em jejum inferiores a 300 ng/dL e sintomas de hipogonadismo.
Os resultados forneceram evidências de que a terapia de reposição de testosterona não está associada ao aumento de eventos cardiovasculares adversos maiores em comparação ao placebo, o que trouxe importantes subsídios sobre a segurança cardiovascular da TRT ao longo da duração típica do tratamento em homens com indicação clínica precisa.
Entretanto, o estudo também identificou pontos de atenção: a terapia de reposição de testosterona foi não inferior ao placebo em relação à incidência de eventos cardíacos adversos maiores, mas o grupo com testosterona apresentou maior incidência de arritmias não fatais, incluindo fibrilação atrial.
O tratamento do hipogonadismo masculino pode trazer diversos benefícios, como melhora da saúde e sintomas sexuais, ganhos de massa muscular, massa óssea e benefícios cardiovasculares. Por outro lado, indivíduos que não tenham hipogonadismo não se beneficiarão do tratamento, sendo que o uso recreativo e a manutenção em níveis suprafisiológicos do hormônio podem acarretar diversos riscos à saúde, levando a maior risco cardiovascular e de eventos tromboembólicos.
7. Contraindicações e monitoramento clínico durante o tratamento
A segurança da terapia de reposição de testosterona no hipogonadismo masculino depende diretamente da seleção correta dos pacientes e do acompanhamento rigoroso após o início do tratamento. O Posicionamento Conjunto SBEM/SBU/ABEMSS de 2026 estabelece protocolos claros para ambas as etapas.
De acordo com o posicionamento conjunto da SBEM, SBU e ABEMSS, a terapia de reposição de testosterona está indicada exclusivamente em homens com sintomas persistentes de deficiência androgênica e níveis séricos inequivocamente baixos de testosterona, após exclusão das contraindicações.
As contraindicações absolutas incluem câncer de próstata ativo, câncer de mama masculino e desejo de fertilidade futura sem estratégia de preservação. O toque retal e o exame de PSA são obrigatórios antes de se iniciar o tratamento. Os cânceres de próstata e mama são contraindicações absolutas para a terapia androgênica.
Quanto ao monitoramento durante o tratamento do hipogonadismo masculino, recomenda-se avaliação clínica e laboratorial aos três, seis e doze meses após o início da terapia e, posteriormente, a cada seis a doze meses. Devem ser monitorados testosterona sérica, hematócrito, PSA e perfil metabólico. Eritrocitose — hematócrito acima de 54% — exige suspensão temporária ou ajuste de dose. A ausência de benefício clínico após seis meses com níveis adequados deve motivar reavaliação diagnóstica e eventual descontinuação.
No Instituto Inject, o monitoramento do paciente em tratamento para hipogonadismo masculino é realizado de forma integrada com a cardiologia, garantindo vigilância permanente sobre parâmetros hematológicos, metabólicos e cardiovasculares.
8. O papel do check-up cardiológico integrado na avaliação do paciente hipogonádico
A intersecção entre hipogonadismo masculino e saúde cardiovascular reforça a necessidade de uma avaliação médica que transcenda a simples dosagem hormonal. O homem com deficiência de testosterona frequentemente carrega, de forma simultânea, outros fatores de risco cardiovascular — e é exatamente essa superposição que o Instituto Inject está equipado para investigar com precisão.
A deficiência androgênica tem sido associada à resistência à insulina, diabetes mellitus tipo 2, síndrome metabólica e aumento do depósito de gordura visceral. No estudo TIMES2, seis a doze meses de terapia transdérmica de testosterona versus placebo melhoraram significativamente a resistência à insulina e o controle glicêmico em homens hipogonádicos com diabetes mellitus tipo 2 ou síndrome metabólica.
A disfunção erétil merece atenção especial nesse contexto. As diretrizes da Associação Americana de Urologia (AUA) recomendam que homens com disfunção erétil tenham os níveis de testosterona total medidos pela manhã, uma vez que a disfunção erétil é reconhecida como um marcador de risco para doenças cardiovasculares subjacentes e outras condições de saúde que podem demandar avaliação e tratamento.
No Instituto Inject, o protocolo de avaliação do hipogonadismo masculino integra ECG de repouso, ecocardiograma, Holter, MAPA, teste ergométrico, bioimpedância e scanner 3D corporal ao perfil hormonal completo. Esse conjunto de ferramentas, sob a liderança do Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo, permite não apenas confirmar ou afastar o hipogonadismo masculino, mas também estratificar o risco cardiovascular global e personalizar cada etapa do cuidado — da investigação ao acompanhamento de longo prazo.
FAQ — Perguntas Frequentes sobre Hipogonadismo Masculino
1. Hipogonadismo masculino tem cura? O hipogonadismo masculino de causa funcional — associado a obesidade, sedentarismo ou doenças tratáveis — pode ser revertido com o manejo adequado dessas condições. Nas formas primárias e secundárias estruturais, o tratamento com reposição de testosterona controla os sintomas de forma eficaz, mas geralmente exige continuidade ao longo do tempo.
2. Testosterona baixa causa depressão? Sim. O hipogonadismo masculino, em homens de meia-idade, parece estar associado a sintomas depressivos. Fadiga crônica, irritabilidade, falta de motivação e humor rebaixado são sintomas frequentes da deficiência de testosterona, que podem ser confundidos com transtornos de humor primários e subdiagnosticados sem uma avaliação hormonal adequada.
3. Homens jovens podem ter hipogonadismo masculino? Sim. Embora a prevalência aumente com a idade, o hipogonadismo masculino pode afetar homens em qualquer faixa etária. Causas como síndrome de Klinefelter, hiperprolactinemia, uso de opioides, obesidade grave e apneia do sono são igualmente prevalentes em homens mais jovens e devem ser investigadas quando os sintomas estiverem presentes.
4. A reposição de testosterona faz mal ao coração? Quando prescrita com indicação precisa para pacientes com hipogonadismo masculino confirmado, a terapia de reposição de testosterona não aumenta o risco de infarto, AVC ou morte cardiovascular. Os dados do estudo TRAVERSE demonstraram que a terapia de reposição de testosterona não está associada ao aumento de eventos cardiovasculares adversos maiores em comparação ao placebo. O uso fora de indicação clínica, entretanto, representa risco real.
5. Qual médico trata o hipogonadismo masculino? O hipogonadismo masculino é tratado por endocrinologistas, urologistas e, dada sua interface com o risco cardiovascular, por cardiologistas especialistas em prevenção. No Instituto Inject, a abordagem é integrada: o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo conduz a avaliação cardiológica e metabólica completa, em articulação com a investigação hormonal, garantindo um cuidado verdadeiramente abrangente.
Conclusão
Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Instituto Inject. Neste blog post abordamos: a definição e a relevância clínica do hipogonadismo masculino; as causas e classificações — primário, secundário e funcional; os sinais e sintomas que frequentemente passam despercebidos; os critérios diagnósticos estabelecidos pelas principais diretrizes nacionais e internacionais; a relação entre hipogonadismo masculino e risco cardiovascular; a segurança da terapia de reposição de testosterona à luz do estudo TRAVERSE, publicado no New England Journal of Medicine; as contraindicações e o protocolo de monitoramento durante o tratamento; e o papel do check-up cardiológico integrado na avaliação do paciente hipogonádico.
O hipogonadismo masculino é uma condição médica séria, prevalente e subestimada. Sua identificação precoce, por meio de avaliação clínica criteriosa e investigação laboratorial adequada, pode transformar a qualidade de vida de homens na fase mais produtiva de suas vidas — e reduzir, de forma significativa, o risco de desfechos cardiovasculares adversos. A ciência disponível é clara: com diagnóstico preciso e indicação correta, o tratamento é seguro e eficaz.
No Instituto Inject, cada paciente é avaliado como um indivíduo único. A tecnologia de ponta, aliada à experiência clínica do Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo, garante que nenhum detalhe importante seja negligenciado — porque sua saúde merece exatamente isso.
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Não espere os sintomas avançarem. Cuide da sua saúde com quem entende de cardiologia de alta precisão e prevenção cardiovascular baseada em evidências.
Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo CRM SP 195033 | RQE 70601-70602/1 Médico Cardiologista | PhD pela USP Instituto Inject — Marília, SP
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