Introdução
Você ronca alto, acorda cansado mesmo dormindo horas suficientes, ou seu parceiro já notou que você para de respirar durante o sono? Esses podem ser sinais de apneia obstrutiva do sono (AOS) — uma das condições médicas mais prevalentes e mais subdiagnosticadas do Brasil. Estima-se que a apneia do sono afete 33% da população adulta de São Paulo, segundo o Consenso da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). O problema vai muito além do ronco incomodo: a AOS é hoje reconhecida como um fator de risco cardiovascular independente e modificável, associada a hipertensão resistente, fibrilação atrial, infarto, AVC e insuficiência cardíaca. O Scientific Statement da American Heart Association (Circulation, 2021) aponta que a prevalência de apneia do sono chega a 40% a 80% em pacientes com doença cardiovascular estabelecida — e que a condição permanece cronicamente subdiagnosticada na prática clínica. No Instituto Inject, em Marília-SP, o Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo rastreia e trata a apneia do sono como parte integrante da avaliação cardiovascular de precisão — porque dormir mal pode estar matando seu coração em silêncio.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post: Apneia do Sono e Coração: O Que É, Sintomas, Riscos Cardiovasculares e Tratamento
- O que é apneia obstrutiva do sono e como ela acontece
- Sintomas da apneia do sono: os sinais que você não deve ignorar
- Fatores de risco: quem tem mais chance de ter apneia do sono
- Apneia do sono e hipertensão: a relação mais documentada
- Apneia do sono, fibrilação atrial, infarto e AVC: o impacto cardiovascular completo
- Como é feito o diagnóstico: da triagem à polissonografia
- Tratamento da apneia do sono: CPAP, dispositivo mandibular e cirurgia
- Como o Instituto Inject avalia e integra a apneia do sono no check-up cardiovascular
A apneia do sono é silenciosa durante o dia — mas devastadora durante a noite. Leia este artigo até o final e entenda por que o diagnóstico e o tratamento dessa condição podem ser tão importantes para o seu coração quanto controlar a pressão ou o colesterol.
1. O Que É Apneia Obstrutiva do Sono e Como Ela Acontece
A apneia obstrutiva do sono (AOS) é caracterizada por episódios repetidos de colapso parcial ou total das vias aéreas superiores durante o sono, levando à redução ou cessação do fluxo de ar por pelo menos 10 segundos. Cada episódio de apneia interrompe a respiração, reduz o oxigênio no sangue (dessaturação), ativa o sistema nervoso simpático e fragmenta o sono — até que o cérebro acorde brevemente o corpo para retomar a respiração, muitas vezes sem que a pessoa perceba.
Esses eventos podem se repetir centenas de vezes por noite — e cada um deles é um microestresse fisiológico que ativa respostas de alarme no organismo: liberação de adrenalina, elevação da pressão arterial, aumento da frequência cardíaca e ativação inflamatória sistêmica. Com o tempo, essa tempestade noturna silenciosa deixa marcas profundas no sistema cardiovascular.
O 1º Posicionamento Brasileiro sobre o Impacto dos Distúrbios de Sono nas Doenças Cardiovasculares da SBC define a apneia como a redução do sinal de fluxo aéreo ≥ 90% da linha de base com duração mínima de 10 segundos. A gravidade é classificada pelo Índice de Apneia-Hipopneia (IAH) — o número de eventos por hora de sono:
- Leve: IAH de 5 a 14 eventos/hora
- Moderada: IAH de 15 a 29 eventos/hora
- Grave: IAH ≥ 30 eventos/hora
2. Sintomas da Apneia do Sono: Os Sinais que Você Não Deve Ignorar
A apneia do sono é uma condição que ocorre durante o sono — por isso seus sintomas diurnos são frequentemente mal interpretados como "estresse", "cansaço do trabalho" ou "envelhecimento normal". O Consenso SBPT alerta para diferenças importantes na apresentação por sexo:
Sintomas mais comuns em homens:
- Ronco alto e frequente — especialmente quando relatado pelo parceiro como perturbador ou assustador
- Apneias presenciadas: pausas respiratórias observadas por quem dorme ao lado
- Sonolência diurna excessiva — adormecer em situações inapropriadas (reuniões, dirigindo)
- Nictúria — necessidade de urinar múltiplas vezes durante a noite
Sintomas mais comuns em mulheres — frequentemente atípicos e subdiagnosticados:
- Cansaço e fadiga desproporcional ao repouso
- Cefaleia matinal — dor de cabeça ao acordar, especialmente occipital
- Insônia e despertares frequentes
- Alterações de humor, irritabilidade e ansiedade
- Dificuldade de concentração e névoa mental
Outros sinais de alerta:
- Hipertensão arterial de difícil controle, especialmente com valores elevados pela manhã
- Engasgos ou sensação de sufocamento ao acordar
- Boca seca ao despertar
- Refluxo gastroesofágico noturno
3. Fatores de Risco: Quem Tem Mais Chance de Ter Apneia do Sono
Os principais fatores de risco para AOS, identificados pelo Consenso SBPT e pelo Scientific Statement AHA (Circulation, Yeghiazarians Y et al. 2021;143(19):e922–e954), incluem:
Obesidade: o principal fator de risco modificável. O excesso de gordura cervical e faríngea estreita as vias aéreas durante o sono. Cada aumento de 10% no peso corporal eleva o risco de AOS em 32%.
Sexo masculino: homens têm prevalência de AOS aproximadamente duas vezes maior do que mulheres — diferença que se reduz após a menopausa, quando o risco feminino se equipara ao masculino.
Idade avançada: a prevalência aumenta progressivamente com a idade, reflexo da perda de tônus muscular das vias aéreas superiores.
Alterações craniofaciais: pescoço curto e largo, micrognatia, desvio de septo, hipertrofia de amígdalas — fatores anatômicos que predispõem ao colapso das vias aéreas.
História familiar: componente genético reconhecido, com risco aumentado em filhos de pais com AOS.
Consumo de álcool e sedativos: relaxam a musculatura das vias aéreas, piorando a gravidade da AOS.
Apneia do sono e doença cardiovascular: a relação é bidirecional — a doença cardiovascular predispõe à AOS e a AOS agrava a doença cardiovascular. A prevalência de AOS pode chegar a 80% em pacientes com hipertensão resistente, segundo o Consenso SBPT.
4. Apneia do Sono e Hipertensão: A Relação Mais Documentada
A associação entre AOS e hipertensão arterial sistêmica é a mais robusta e clinicamente relevante de todas as conexões cardiovasculares da apneia do sono. Os mecanismos são múltiplos e sinérgicos:
Ativação simpática crônica: cada episódio de apneia causa despertar cortical com liberação de catecolaminas — adrenalina e noradrenalina — que elevam a frequência cardíaca e a pressão arterial. Com episódios repetidos centenas de vezes por noite, esse estado de hiperativação simpática se torna crônico, mantendo a pressão elevada mesmo durante o dia.
Hipóxia intermitente: a dessaturação recorrente de oxigênio estimula quimiorreceptores carotídeos que ativam o sistema nervoso simpático e o sistema renina-angiotensina-aldosterona — dois dos principais mecanismos de elevação pressórica.
Hiperaldosteronismo primário associado: estudos demonstram associação entre AOS e hiperaldosteronismo primário — causa reversível de hipertensão resistente que deve ser investigada nesses pacientes.
O Scientific Statement da AHA recomenda rastreamento obrigatório de AOS em todos os pacientes com hipertensão resistente ou de difícil controle — definida como pressão arterial não controlada com três ou mais anti-hipertensivos em doses otimizadas. O tratamento com CPAP demonstrou redução da pressão arterial sistólica de 2,6 mmHg em média — chegando a 7,21 mmHg em pacientes com hipertensão resistente e AOS grave.
5. Apneia do Sono, Fibrilação Atrial, Infarto e AVC: O Impacto Cardiovascular Completo
A AOS não se limita à hipertensão. O 1º Posicionamento SBC e o Scientific Statement AHA documentam associações robustas com um espectro amplo de doenças cardiovasculares:
Fibrilação atrial: a AOS é um dos fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento e a recorrência de fibrilação atrial. A Diretriz ESC de Fibrilação Atrial 2024 inclui a apneia do sono entre as condições que devem ser obrigatoriamente avaliadas e tratadas em todo paciente com FA — para reduzir recorrências e melhorar o sucesso dos tratamentos, incluindo a ablação por cateter. Estudos mostram que pacientes com FA e AOS usando CPAP apresentaram redução de 40% no risco de recorrência da FA.
Doença arterial coronariana: a hipóxia intermitente, a ativação inflamatória e o estresse oxidativo promovem disfunção endotelial e aceleram a aterosclerose coronariana. Metanálise de 2018 demonstrou que o CPAP reduziu o risco de eventos cardiovasculares maiores em pacientes com doença coronariana em 39%.
AVC isquêmico: a AOS aumenta o risco de AVC por múltiplos mecanismos — hipertensão, fibrilação atrial, hipercoagulabilidade e disfunção endotelial. O Scientific Statement AHA reconhece a AOS como fator de risco independente para AVC.
Insuficiência cardíaca: a prevalência de AOS em pacientes com IC varia de 12% a 53%. O CPAP em pacientes com IC demonstrou redução de 17% a 19% no risco de IC em maiores de 60 anos e aumento médio de 5,18% na fração de ejeção do ventrículo esquerdo.
Morte súbita cardíaca: pacientes com AOS grave não tratada apresentam maior incidência de arritmias ventriculares noturnas — período de maior risco para morte súbita — em comparação com pacientes tratados.
Um estudo publicado no JAMA Network Open (Mazzotti DR et al. 2024;7(9):e2432468), analisando 888.835 beneficiários do Medicare com AOS, confirmou que o uso de pressão positiva nas vias aéreas está associado a redução significativa de mortalidade e eventos cardiovasculares — com benefício especialmente pronunciado em pacientes com maior adesão ao tratamento.
6. Como É Feito o Diagnóstico: Da Triagem à Polissonografia
O diagnóstico da AOS combina avaliação clínica estruturada com exame de confirmação. O Consenso SBPT e o 1º Posicionamento SBC estabelecem o seguinte fluxo:
Triagem clínica: questionários validados como o STOP-BANG (Snoring, Tired, Observed apnea, Pressure, BMI, Age, Neck circumference, Gender) são ferramentas de rastreio recomendadas. Pontuação ≥ 3 indica alto risco e necessidade de investigação formal. A Escala de Sonolência de Epworth quantifica a sonolência diurna — pontuação > 10 indica sonolência excessiva clinicamente relevante.
Polissonografia (PSG) de laboratório: exame-padrão ouro para diagnóstico da AOS. Realizada em laboratório do sono, monitora simultaneamente: EEG, EOG, EMG, fluxo aéreo, esforço respiratório, oximetria de pulso, posição corporal e ECG — permitindo diagnóstico preciso e classificação por gravidade.
Monitorização portátil domiciliar: dispositivos validados permitem o diagnóstico em ambiente domiciliar, com menor custo e maior acessibilidade — recomendados para pacientes com alta probabilidade pré-teste de AOS moderada a grave e sem comorbidades significativas que exijam PSG completa.
Quando suspeitar e investigar obrigatoriamente, segundo o Scientific Statement AHA:
- Hipertensão resistente ou de difícil controle
- Hipertensão pulmonar
- Fibrilação atrial recorrente após cardioversão ou ablação
- Insuficiência cardíaca com suspeita de distúrbio respiratório do sono
- Síncope noturna ou arritmias ventriculares em contexto de suspeita de AOS
7. Tratamento da Apneia do Sono: CPAP, Dispositivo Mandibular e Cirurgia
O tratamento da AOS é eficaz, individualizado e deve ser mantido de forma contínua — pois os benefícios dependem da adesão regular. O Consenso SBPT e o 1º Posicionamento SBC estabelecem:
CPAP — Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas
O CPAP é o tratamento de primeira linha para AOS moderada a grave — e para AOS leve com comorbidades cardiovasculares. O dispositivo gera um fluxo contínuo de ar pressurizado por uma máscara nasal ou oronasal, mantendo as vias aéreas abertas durante todo o sono e eliminando as apneias.
O Consenso SBPT indica CPAP para:
- Pacientes com IAH ≥ 15 eventos/hora (independentemente dos sintomas)
- Pacientes com IAH de 5 a 14 eventos/hora com: sonolência diurna excessiva, cognição prejudicada, distúrbio do humor, insônia, hipertensão arterial, doença coronariana ou história de AVC
A adesão adequada é definida como uso de pelo menos 4 horas por noite em pelo menos 70% das noites — mas existe relação dose-resposta: quanto maior o uso, maior o benefício cardiovascular.
Dispositivo de Avanço Mandibular (DAM)
Indicado para AOS leve a moderada ou para pacientes que não toleram o CPAP. Apresentado no ACC 2024 (estudo CRESCENT), o DAM demonstrou não inferioridade ao CPAP na redução da pressão arterial ambulatorial em pacientes com AOS e alto risco cardiovascular que recusam ou não toleram o CPAP — uma alternativa clinicamente válida com boa adesão.
Intervenções de Estilo de Vida
Perda de peso de 10% pode reduzir o IAH em até 26% — intervenção complementar fundamental em pacientes obesos, conforme o Scientific Statement AHA. Cessação do tabagismo, redução do álcool, e evitar posição supina durante o sono são medidas adjuvantes com impacto real.
Cirurgia
Reservada para casos selecionados com obstrução anatômica corrigível — uvulopalatofaringoplastia (UPPP), cirurgia nasal, avanço maxilomandibular ou, em casos graves de obesidade, cirurgia bariátrica — que pode resolver a AOS em parte significativa dos pacientes.
8. Como o Instituto Inject Avalia e Integra a Apneia do Sono no Check-up Cardiovascular
No Instituto Inject, o rastreamento da apneia do sono faz parte integrante do protocolo de avaliação cardiovascular do Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo — porque tratar hipertensão, fibrilação atrial ou insuficiência cardíaca sem investigar e tratar a AOS associada é deixar um fator de risco modificável ativo e não controlado.
O protocolo inclui:
Triagem sistemática: aplicação do questionário STOP-BANG e Escala de Epworth em todos os pacientes hipertensos de difícil controle, com fibrilação atrial, obesidade, síndrome metabólica ou queixas de ronco e cansaço.
MAPA de 24 horas: a Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial com análise do padrão noturno é fundamental — pacientes com AOS frequentemente apresentam padrão "non-dipper" (ausência de queda da pressão durante o sono) ou "reverse dipper" (elevação noturna) — sinais indiretos de distúrbio respiratório do sono que motivam investigação formal.
Holter 24 horas: identificação de arritmias noturnas — bradiarritmias, bloqueios AV e taquiarritmias ventriculares durante o sono são achados altamente sugestivos de AOS e indicação de investigação diagnóstica formal.
Encaminhamento para polissonografia ou monitorização portátil: quando confirmada a suspeita clínica, o Dr. Estevão orienta a investigação diagnóstica adequada e integra o resultado ao plano terapêutico cardiovascular global do paciente.
Monitoramento pós-tratamento: reavaliação do controle pressórico, do perfil de arritmias e da função cardiovascular após início do CPAP — documentando o benefício terapêutico de forma objetiva.
Perguntas Frequentes sobre Apneia do Sono e Coração
A apneia do sono pode causar infarto? Sim. A AOS é fator de risco independente para infarto agudo do miocárdio, por meio da ativação simpática crônica, disfunção endotelial, inflamação sistêmica e aceleração da aterosclerose. O tratamento regular com CPAP demonstrou redução de eventos cardiovasculares maiores em pacientes com doença coronariana.
Ronco sempre significa apneia do sono? Não necessariamente — o ronco simples existe sem apneias. Porém, ronco alto, frequente e acompanhado de pausas respiratórias observadas pelo parceiro, acordar com engasgos ou sensação de sufocamento, e sonolência diurna intensa são sinais que justificam investigação formal com polissonografia ou monitorização portátil.
O CPAP precisa ser usado para sempre? Em pacientes com AOS estabelecida por fatores anatômicos ou envelhecimento, o CPAP geralmente é de uso contínuo. Em pacientes obesos, a perda de peso significativa pode reduzir ou resolver a AOS — com possibilidade de reavaliação e eventual suspensão do CPAP após nova polissonografia.
A apneia do sono tem cura? Depende da causa. Em obesos, a perda de peso substancial pode resolver a AOS. Em pacientes com obstrução anatômica corrigível, a cirurgia pode ser curativa. Para a maioria dos pacientes, o CPAP controla eficazmente a condição — mas a suspensão do tratamento resulta no retorno das apneias.
Apneia do sono afeta a libido e a testosterona? Sim. A AOS compromete o sono REM — fase em que ocorre a maior parte da secreção noturna de testosterona. Homens com AOS frequentemente apresentam níveis reduzidos de testosterona e queixas de disfunção erétil e redução da libido — que podem melhorar com o tratamento da apneia.
Conclusão
Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Instituto Inject. Neste blog post abordamos: o conceito e o mecanismo da apneia obstrutiva do sono, com episódios repetidos de colapso das vias aéreas durante a noite; os sintomas diurnos — sonolência, cansaço, cefaleia matinal — e noturnos — ronco, apneias presenciadas, despertares —, com atenção especial à apresentação atípica em mulheres; os principais fatores de risco, incluindo obesidade, sexo masculino, idade e alterações anatômicas; a relação entre AOS e hipertensão resistente, com mecanismos de ativação simpática e hiperaldosteronismo; o impacto cardiovascular completo — fibrilação atrial, infarto, AVC, insuficiência cardíaca e morte súbita — com evidências de estudos de grande porte; o fluxo diagnóstico com STOP-BANG, Escala de Epworth, polissonografia e monitorização portátil; as opções terapêuticas — CPAP como primeira linha, dispositivo de avanço mandibular para intolerantes ao CPAP, e intervenções de estilo de vida; e o protocolo do Instituto Inject para rastreamento e integração da AOS no cuidado cardiovascular.
A apneia do sono é comum, subdiagnosticada e cardiovascularmente perigosa. Mas com diagnóstico preciso e tratamento adequado, é plenamente controlável — e seus benefícios cardiovasculares são mensuráveis e significativos.
Você ronca? Acorda cansado? Tem hipertensão de difícil controle?
Agende agora sua avaliação cardiovascular no Instituto Inject e descubra se a apneia do sono está comprometendo seu coração — com o rastreamento preciso e individualizado do Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo.
Instituto Inject — Marília, SP
WhatsApp para agendamento: (14) 99884-1112
Cuide da sua saúde com a precisão que você merece.
Prof. Dr. Estevão Tavares de Figueiredo CRM SP 195033 | RQE 70601-70602/1 Cardiologista | PhD pela USP Instituto Inject — Marília, SP
Referências Bibliográficas
- Yeghiazarians Y, Jneid H, Tietjens JR, et al. Obstructive Sleep Apnea and Cardiovascular Disease: A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation. 2021;143(19):e922–e954.
- Sociedade Brasileira de Cardiologia. 1º Posicionamento Brasileiro sobre o Impacto dos Distúrbios de Sono nas Doenças Cardiovasculares. Arq Bras Cardiol. 2021.
- Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Consenso Brasileiro sobre Distúrbios Respiratórios do Sono. 2023.
- Van Gelder IC, Rienstra M, Bunting KV, et al. 2024 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation. Eur Heart J. 2024;45(36):3314–3414.
- Mazzotti DR, Waitman LR, Miller J, et al. Positive Airway Pressure, Mortality, and Cardiovascular Risk in Older Adults With Sleep Apnea. JAMA Netw Open. 2024;7(9):e2432468.